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quarta-feira, 8 de julho de 2020

LIVE: “Educação financeira sustentável para crianças” - Corecon RS

As economistas JANILE SOARES (Consultora, editora do blog A Economista de Batom e coordenadora da Comissão de Educação Financeira Corecon-RS) e MARILIANE CHAVES CARAMÃO (Especialista em educação financeira para crianças e coordenadora do Repense Educação Financeira Kids), a psicopedagoga MARIA RITA FERNANDES ARAÚJO (Neuropsicopedagoga Clínica e psicomotricista e professora de cursos online) e a pedagoga NATÁLIA MANSAN (Coordenadora pedagógica da escola Mundo Educação Infantil e especialista em Gestão da Educação) participam de live, nesta quinta-feira, dia 9, às 19 horas. Abordarão o tema “Educação financeira sustentável para crianças”, dentro do projeto “Força-tarefa: economistas falam à sociedade gaúcha”, promovido pelo Corecon-RS.

https://www.facebook.com/coreconrs


Matéria do site do Corecon RS, para ver mais clique aqui.


quarta-feira, 6 de maio de 2020

Desafio Quero Ser Economista para alunos do Ensino Médio I Inscrições abertas - Cofecon - com vídeo

Oi, pessoal!

Encerram-se nesta sexta-feira, dia 8, as inscrições para a edição 2020 do “Desafio Quero Ser Economista”, promovido pelo Conselho Federal de Economia (Cofecon).



Trata-se de um jogo, dirigido a estudantes de Ensino Médio de todo o País, que tem como objetivo apresentar conceitos básicos da Ciência Econômica de forma divertida e descomplicada, com o intuito de ajudar na escolha da futura profissão.

O Desafio Quero Ser Economista é uma competição que apresenta conceitos básicos da Ciência Econômica de forma divertida e descomplicada. Basta ter acesso à internet para participar do jogo que acontecerá durante quatro semanas, de 04 a 29 de maio de 2020. Vídeos, enigmas e muita informação interessante é o que os participantes de todo o Brasil podem esperar do Desafio deste ano. Além de muito conhecimento, os vencedores ganham prêmios em dinheiro. 



As inscrições são gratuitas e estão disponíveis de 6 de abril a 8 de maio. 
Para o primeiro lugar, será entregue um prêmio de R$ 1.500; 
O segundo classificado receberá R$ 1.000 e o terceiro, R$ 500. 
Participe e vem ser Economista!


E no site do Corecon RS





segunda-feira, 2 de março de 2020

Novidades no Cartão de Crédito: compras no exterior

Olá!

Temos novas regras para o cartão de crédito para compras internacionais!

O Banco Central traz uma norma que determina que a partir de 1 de março de 2020 os emissores de cartão de crédito serão obrigados a usar a taxa de câmbio do dia da compra realizada pelos clientes, e não mais o câmbio na data do fechamento da fatura.


Como funcionava até agora?

A taxa de conversão era fixada pelos emissores no momento de fechamento da fatura, 10 dias antes da data de pagamento. Se a cotação do dólar caía, o emissor devolvia a diferença na fatura seguinte. Se crescia, cobrava a diferença. E sempre havia esses ajustes na fatura.

Antes, a compra era realizada e sabíamos a taxa de conversão só depois da compra, ou seja, o comprador ficava à mercê da taxa cambial ainda dias depois da compra. Era sempre uma surpresa.


Como vai ser agora?


A cotação de conversão câmbio utilizada pelas empresas emissoras de cartão costuma ficar parecida ou um pouco acima da Ptax (taxa de câmbio média calculada pelo Banco Central e usada para balizar contratos). Fica menor que a cotação do dólar turismo, mas maior que o dólar comercial, visto que conta com spread).

Agora as emissoras de cartão precisam divulgar no dia seguinte, até às 10h da manhã a conversão de câmbio em todos os canais de atendimento, que poderá variar com cada banco ou emissora e deverá ser apresentada com quatro casas decimais.

Isso facilita a vida de quem viaja e de quem compra em sites do exterior!

A CEF e o Nubank já utilizavam esta opção, os demais bancos irão oferecer a modalidade.


Beijos!!!


domingo, 12 de janeiro de 2020

IPCA de 2019 e matéria sobre a alta da carne no Rio Grande Record

Oi, gente!

No dia 10 de janeiro o IBGE divulgou o resultado o IPCA de dezembro, que fechou em 1,15%. Desde 2002 o resultado não era tão elevado para o mesmo mês. No ano de 2019 o IPCA fechou com alta de 4,31%.

O índice de preços fechou o ano acima do centro da meta de inflação, que é de 4,25%, mas ainda dentro da possível variação esperada, que é de 1,5% para mais ou para menos.

Segundo o IBGE, o aumento dos preços foi influenciado pelo encarecimento das carnes, dos combustíveis e dos jogos de azar, frequentes no final do ano;

O grande vilão foi a carne, que teve um aumento de 32,40% no ano, sendo que 27,61% foi só no último bimestre.




O aumento do preço da carne se deve muito à demanda do mercado chinês, que sofreu com uma queda brusca (em torno de 40%) na produção da carne suína, muito consumida por lá (surto de gripe suína na China); e à alta do dólar, que deixa as vendas para o exterior mais atrativas do que para o mercado interno.

No caso da China, houve a necessidade de buscar outros mercados para abastecer a demanda e até outros tipos de carnes. Houve também impacto no índice de preços do frango e dos pescados, que também apresentaram aumento, tanto pelo consumo externo, quanto pelo efeito substituição, pois com o aumento da carne bovina, o consumidor interno se viu obrigado a buscar um substituto para a proteína nas refeições. O grupo ‘Alimentos e Bebidas’ e o grupo de alimentação fora do domicílio também demostrou aumento no índice de refeição e de lanches, como reação em cadeia.

Nos próximos meses o preço da carne deve voltar a se normalizar, visto que este foi um choque momentâneo com a demanda chinesa. A oferta e a demanda interna também deve se equilibrar. O boi obedece a sazonalidade da produção de capim, portanto, há valorização do boi gordo nos últimos meses do ano, com a influência do consumo e, também, por causa da redução da oferta motivada pela entressafra (período entre junho e novembro que ocorre a falta de capim e, consequentemente, diminui a disponibilidade de animais no mercado. Já na safra, entre dezembro e maio, a oferta de animais para abate, aumenta.)

Sem a alta dos preços da proteína animal, o IPCA teria encerrado 2019 em 3,54%, abaixo da meta.

No índice de dezembro, os planos de saúde também foram um forte fator de pressionamento dos preços, com a autorização de reajuste da ANS, com alta de 8,24%; o aumento no preço das passagens aéreas, em 15,62%; e os combustíveis, aumento de 3,57%.

Em 2018, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo fechou em 3,75%.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medido mensalmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), foi criado com o objetivo de oferecer a variação dos preços no comércio para o público final. O IPCA é considerado o índice oficial de inflação do país.

Confira a minha participação na matéria realizada pelo Rio Grande Record, que foi ao ar no dia 10 de janeiro de 2020, a partir das 19h.



Ou assista aqui (gravação caseira):


Beijos!!!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Grande noite para os economistas gaúchos - Prêmio Corecon RS 2019



Oi, gente!

Na noite de 17 de dezembro de 2019, o Conselho Regional de Economia do RS (Corecon-RS) promoveu a entrega do “Prêmio Corecon-RS 2019” em diversas modalidades como: Monografias ou Trabalhos de Conclusão de Curso, Artigos Técnicos ou Científicos e Dissertações de Mestrado e demais distinções. Também foram premiados os jornalistas autores das melhores reportagens de Economia de mídia impressa (jornal/revista) e de mídia digital/online no Rio Grande do Sul.

O evento começou com a fala do presidente Rogério Tolfo, que abriu oficialmente a solenidade, dando boas vindas aos presentes. Disse que foi um ano de sucesso, de realizações e de entrega, que resultou numa série de eventos e de parcerias que ajudaram a consolidar a caminhada no fortalecimento da profissão. Lembrou viagens pelo interior do Estado, “sempre com a preocupação de levar até seus estudantes oportunidades de discussões sobre temas de relevância da conjuntura econômica, mercado de trabalho, visando à qualificação cada vez maior dos cursos e o fortalecimento da formação acadêmica”. Destacou o sucesso de parcerias com CIEE-RS, Junta Comercial do RS, BRDE, Tesouro do Estado, com os cursos de Ciências Econômicas, em especial da Unisinos, que sediou com sucesso o Encontro de Economia Gaúcha. Citou, ainda, parcerias com a PUCRS, UCS, Unijuí, Unipampa, Unisc e outras, “que nos proporcionaram a oportunidade de aproximação cada vez maior com os estudantes e futuros profissionais da Economia”. Citou o nome de Aristóteles Galvão, para agradecer o empenho de todos os conselheiros, ex-conselheiros e ex-gestores do Conselho. “Todas essas ações e conquistas foram resultados de ideias, discussões e debates, que se materializaram a partir da aprovação em reuniões plenárias do Corecon-RS”, lembrou. “Foram e são frutos da dedicação e empenho dos nossos conselheiros e parceiros desta nossa incansável caminhada” e lembrou a redução do valor da anuidade, com o repasse das economias para os economistas gaúchos. “Caso único entre todos os conselhos de Economia do País, alcançada pela execução séria e determinada de um ajuste fiscal nas contas da Entidade, realizada ao longo dos últimos três anos”.
Trecho da notícia do site do Corecon RS.



Confira os premiados do ano:

“Economista do Ano” - Alexandre Englert Barbosa
“Economista Destaque 2019” - Guilherme Socias Villela
“Jornalista de Economia do Ano” - Giane Guerra



Monografias ou Trabalhos de Conclusão de Curso
3º Lugar
Título: “Coordenação Entre Autoridades Fiscal e Monetária”
Autor: Guilherme Daros
Orientador: Leonardo Xavier da Silva
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

2º Lugar
Título: “O Potencial Econômico do Enoturismo no Município de Pinheiro Preto/SC”
Autora: Bianca Batista Serafim
Orientadora: Jacqueline Maria Corá
Universidade de Caxias do Sul - UCS
1º Lugar
Título: “Os efeitos do Comércio Intraindústria sobre a Complexidade Econômica: Uma Abordagem a Partir do Padrão Tecnológico”
Autor: Nadine Führ Steffen
Orientador: Marcos Tadeu Caputi Lélis
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos


Artigos Técnicos ou Científicos
Menção Honrosa
Titulo: “O bullying afeta o desempenho escolar dos alunos brasileiros? Uma análise por meio do PISA 2015”
Autora: Júlia Sbroglio Rizzoto
Co-autor: Marco Túlio Aniceto França
Vencedores
Titulo: “Restrições Fiscais e Infraestrutura: Uma Análise para os Estados Brasileiros”
Autor: Rodrigo Nobre Fernandez
Título: “Crescimento Econômico e Mudanças Estrutural no Brasil: Um conto de Ganhos e Perdas”
Autor: Tomás Amaral Torezani
Dissertações de Mestrado
Menção Honrosa
Titulo: “Aspirações Educacionais e Profissionais: um Estudo Sobre a Adaptação de Preferências”
Autor: Paulo Ricardo Ricco Uranga
Orientadora: Izete Pengo Bagolin
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS
3º Lugar
Título: “Estimativas para a Taxa Natural de Juros no Brasil após a Adoção do Regime de Metas de Inflação”
Autor: João Ricardo Rodrigues Moreira
Orientador: Marcelo Savino Portugal
Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS

2º Lugar
Título: “A dinâmica das Fusões e Aquisições no Mercado Brasileiro de Planos de Saúde”
Autor: Gregory Moyses Volpato
Orientadora: Luciana de Andrade Costa
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

1º Lugar
Título: “Disciplina Partidária: Mensuração, Teoria e Análise de Seus Determinantes”
Autora: Iuna Lamb Scheffler
Orientador: Marcelo de Carvalho Griebeler
Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS

PRÊMIO REPORTAGEM DE ECONOMIA 2019
Mídia Digital (OnLine)
“Hora de você investir na bolsa? Um milhão de brasileiros estão lá”
Jornalista Karine Menoncin
(Portal Amanhã)


Mídia Impressa (Jornal/Revista)
Menção Honrosa
“Um Horizonte em Expansão”
Karine Menoncin, Marcos Graciani, Ítalo Bertão Filho
(Revista Amanhã)
3º Lugar
“Pão nosso de cada dia”
Juliana Bevilaqua
(Jornal Pioneiro)

2º Lugar
Série “Os 90 anos da crise de 1929”
Marcelo Beledeli
(Jornal do Comércio)
1º Lugar
"Informalidade no mercado de trabalho”
Leonardo Vieceli
(Jornal Zero Hora)




O evento aconteceu no Hotel Continental, em Porto Alegre.
Acesse o site do Corecon RS para saber mais sobre o evento, aqui para ver mais fotos e aqui para assistir o vídeo da cerimônia.

Jornalista: Jairo Raymundo.



quinta-feira, 13 de abril de 2017

A Economista explica: entendendo a taxa SELIC

Os jornais noticiam mais uma alteração na Taxa SELIC. 
Enquanto isso acontece mais uma vez, você fica aí pensando: "QUE RAIOS ISSO TEM A VER COM A MINHA VIDA?"👀 Sem nem saber se isso é bom ou ruim...

Então segue aqui que a gente vai explicar tudinho!!!



Quem é o SELIC?

SELIC é a sigla de SISTEMA ESPECIAL DE LIQUIDAÇÃO E CUSTÓDIA, que é um sistema informatizado responsável pelo registro, custódia e liquidação de títulos escriturais do Tesouro Nacional.
Já a Taxa SELIC é conhecida como a taxa básica de juros da nossa economia, taxa a qual os bancos se orientam. É a taxa média ajustada dos financiamentos diários apurados no SELIC, segundo o Banco Central. Ela é definida pelo COPOM - Comitê de Política Monetária - que é o responsável pela política monetária e pela decisão de quanto que fica a taxa básica de juros. O COPOM se reúne a cada 45 dias para discutir isso.



As variações da Taxa Selic

Tudo na economia é baseado na lei da oferta e da demanda.

Quando a decisão do Copom é aumentar a Taxa Selic, o objetivo é frear a demanda (a procura do mercado) emprestando dinheiro ao governo e diminuindo o dinheiro em circulação para a população, então o acesso ao crédito fica mais caro. 

Quando a decisão é reduzir a taxa de juros básicos, o objetivo é que o crédito fique mais em conta - mais barato e mais liberado para a população, digamos. Assim os bancos oferecem crédito com taxas de juros mais baixas para incentivar o consumo e a produção.


E eu com isso?

Como já sabemos, tudo é baseado na oferta e na procura. Então isso tudo gera reflexos nos preços, pois a variação nas taxas de juros influenciam na decisão do consumidor, se ele vai poupar - guardar dinheiro -, ou se vai consumir/comprar, assim como influencia na decisão dos empresários, se vão produzir mais ou não.
Assim, a Taxa Selic é um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica: o Governo usa essa taxa como instrumento pra controlar a temida inflação.


A Taxa SELIC também é importante no controle da entrada de investimentos estrangeiros. Quanto maior a taxa, mais atraente será para uma empresa estrangeira investir no Brasil. E isso vale para aplicações em renda fixa para o público em geral também, como o CDB, por exemplo.

Uma dica: quanto maior a quantidade de dólares entrando no pais, menor será a cotação da moeda! 
Ótimo para quem vai viajar para o exterior! 
Falando nisso -> Já leu esse post para amantes de viagem?! 


É tudo um círculo vicioso:

Os juros elevados freiam o consumo > que prejudica as vendas > sem vendas, há desemprego > economia não cresce.

Os juros mais baixos > aumentam as vendas > com vendas, há contratação de mão-de-obra > há renda > com mais pessoas comprando, os preços sobem. 


É através da Taxa Selic que os bancos definem as taxas de juros do crédito rotativo, do cheque especial, do crediário, de empréstimos, inclusive da poupança! MAS como os bancos são "espertinhos", sempre que há o corte na Taxa SELIC, existe uma demora ao ser repassada a nova taxa ao consumidor.

O que vem acontecendo é que o COPOM vem diminuindo a Taxa Selic desde outubro de 2016. Na última reunião, no dia 12/04, ela reduziu em 1% e ficou em 11,25% ao ano. A tendência é que a taxa termine o ano por volta dos 9% a.a.

E o que o Governo quer com isso?

Através dessa política monetária, o objetivo do governo é que a economia volte a ficar aquecida, com consumo e que estimule a geração de empregos, sem perder o controle da inflação.

Sabe aquela história: um olho no peixe e ouro no gato?! Bem isso: o Governo sempre está de olho no desemprego, e "rabo-de-olho" na inflação. 

Para saber mais sobre o assunto, podem acessar o site do Banco Central.

E me diga, o que você acha disso tudo? Onde isso vai influenciar na sua vida? Me conta!

Um grande beijo!
A Economista de Batom

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Compras de Natal sem ir à Falência - Monday Money Especial As Passeadeiras

Olá, gente linda!

Estamos bem pertinho do Natal!
E essa fase natalina nos faz lembrar de festas, família reunida e presentes de Natal.
Para quem ainda não foi às compras, deixei no post no blog As Passeadeiras dicas para essa época.
Vale lembrar que este é um ano em que as "lembrancinhas" são ótimas opções, assim como algo feito por você!
O legal é ser criativo sem comprometer o bolso!

Vejam lá no site As Passeadeiras o post completo e conheça a Manô e a Juju.

Clique na Imagem para ir para o post completo no blog As Passeadeiras

Beijos!
A Economista de Batom!

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Como gastar menos com alimentos - Money Monday


Olá!

Em tempos em que o nosso "rico dinheirinho" é ainda mais precioso devemos procurar sempre as melhores formas de poupá-lo. 

O que colocamos no carrinho do supermercado vem tendo uma conta maior $$$ ao passar no caixa. Por este motivo o brasileiro vem apresentando uma mudança nos seus hábitos de consumo, seja cortando itens, substituindo marcas ou comprando em supermercados diferentes. 

Segundo os dados do Ibope, em conjunto com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), os consumidores têm ido mais vezes ao supermercado, porém têm comprado menos. Houve uma substituição na compra de produtos industrializados e o consumo de alimentos fora de casa pela compra de alimentos como vegetais e frutas.

Indo ao encontro desse novo comportamento, no último final de semana resolvi comparar e mostrar a diferença de preços entre as minhas compras feitas na feira e os preços praticados no supermercado. 

Quem me segue lá no Instagram viu isso no Stories: @aeconomistadebatom - SEGUE LÁ!

Na feira

No supermercado

Água em refil


Eu fui à feira no sábado pela manhã, fiz as minhas compras e mais tarde fui a um supermercado próximo ao local da feira. Também coloquei na relação a água, que compro sempre, pois não uso filtro. A diferença de preços dos artigos que comprei ficou assim:

Lista de compras e comparação de preços

Obs:  - Não encontrei o preço da couve no supermercado.
         - A água não foi na feira, mas sim em uma máquina de recarregar que um outro mercado                      oferece aos clientes. Tem que levar o recipiente, colocar moedas com o valor que quer encher. 

Todos os produtos comprados na feira foram mais baratos em comparação com o preço do supermercado. 
Na feira, ainda que os preços sejam os mesmos entre a maioria das barracas, é possível encontrar mais barato. Foi o caso da banana, pois encontrei em outra banca por R$ 3,49.
Para produtos industrializados, indico que seja feita a comparação de preços entre os supermercados.

Levei para as compras o "kit mercado", que é sempre muito bom ter à mão:

* ecobag, lista de compras, lápis e calculadora

Mas depois de tudo isso, pesquisar os preços ainda é o melhor amigo do nosso bolso!
E procure uma feira próximo à sua casa! Além de gastar menos, vai contribuir para uma alimentação mais saudável!



Beijos!
A Economista de Batom
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